Sim, a fila existe e vai andar. Você está nela?


MBA, especialização, intercâmbio. Inscrições, programas e mais programas de trainee. E marca dinâmica daqui, acerta a agenda de lá. Painéis, inúmeras apresentações, jogos situacionais. Viagens intermunicipais, interestaduais. Hospeda, volta, e continua na seleção. Ufa!

Cinco meses depois e pronto: eis que o telefone toca e você ouve a tão sonhada aprovação, a sonora e bela frase imaginária: “serei diretor em 2 anos”.
Será?
Há várias maneiras de se ler o “será” acima. Uma delas refere-se à dualidade que indica que os “Ys” não querem plano de carreira x, eles querem ser “algo” e logo!
É preciso notar que a pressa não é o mais alarmante dos comportamentos a serem administrados entre as expectativas do trainee. Também há de se considerar que os modelos seletivos têm dado a entender que, ter MBA “me torna capaz de”, “me especializa em” e “me joga exponencialmente à frente de todos os milhares de inscritos para 10 vagas”, até mesmo de quem já estava a construir carreira na empresa pleiteada.
O “como” sair do posto de potencial e firmar-se um profissional no desempenho de suas funções é uma válida maneira de se olhar para a fila que aguarda o jovem talento.
Não focar nas promessas que podem estar no ainda desconhecido mundo corporativo, mas, buscar – em quem já percorreu e ainda percorre o caminho – entender o que há nele e como se blindar de ataques pode ser um jeito de encarar positivamente a fila e todas as suas catracas.
A fila existe e vai andar. Você está nela?

Débora Castro de Farias
Já atendi alguns profissionais que iniciaram suas carreiras em algum projeto promissor, como o de trainee. No entanto, movidos pela impaciência e na ânsia de serem promovidos, precocemente acabaram indo para outras empresas. Movimento que se repetiu outras vezes, pois nenhum lugar é perfeito e promessas de promoções meteóricas, em geral, não se consolidam.
Como consequência dessa movimentação, o profissional acaba sendo marcado pelo mercado como pouco realizador e instável (não fez historia, nem vínculos duradouros). É comum ouvir o relato: “Seu eu pudesse voltar atrás ficaria na primeira empresa, talvez se tivesse sido mais paciente teria uma carreira mais sólida.”

Taís Targa
A Geração Y é a primeira que ultrapassará, com facilidade, a idade de 100 anos de vida, portanto, terá que lidar com uma carreira profissional de pelo menos 65 anos. Diante disso, deveria lidar muito melhor com a ansiedade de se alcançar “promoções”, pois certamente terá mais tempo para experimentar diversas posições.
O que verificamos, contudo, é algo muito diferente. Há um comportamento ultracompetitivo no jovem profissional. Isso está associado às expectativas de estilo de vida que ele aspira manter ou alcançar rapidamente. Para lidar com isso, o jovem terá que desenvolver apenas uma coisa: maturidade.
Fonte: Sidnei Oliveira

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