Estrutura e gestão comunitária alavancam bairros planejados


Desde o projeto esses espaços são planejados para que tenham custos condominiais mais baratos, infraestrutura de comércio e lazer de conveniência.

Já imaginou se além de poder escolher a casa em que sempre quis morar, você também tivesse como elaborar a disposição das ruas, a oferta de comércio, moldar a infraestrutura local e ainda participar da gestão da comunidade? Embora pareça um sonho distante, os bairros planejados estão ganhando cada vez mais espaço no país e se tornando uma nova tendência no mercado imobiliário.
De acordo com Caio Portugal, presidente da Aelo (Associação de Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano), o crescimento no interesse por bairros planejados se deve ao desejo de os consumidores contarem com locais com boa infraestrutura, e, principalmente, gestão dos espaços comunitários, em que se pode acompanhar e exigir melhorias e manutenção, sempre com transparência e participação.
“Desde o projeto esses espaços são planejados para que tenham custos condominiais mais baratos, infraestrutura de comércio e lazer de conveniência. Além disso, nesses bairros as obrigações e direitos são expressos, o que muitas vezes não ocorre no resto da cidade”, explica.
A origem desse modelo de estruturação vem das comunidades norte-americanas. No entanto, o formato executado no Brasil traz uma série de aspectos diferentes, principalmente no que diz respeito às contrapartidas a serem executadas pelos empreendedores, que aqui precisam fazer toda infraestrutura urbana (saneamento, pavimentação, drenagem, calçadas e eletrificação).
Já nos EUA e na Europa, o empreendedor entra apenas com o projeto e o licenciamento, e as concessionárias executam parte da infraestrutura. “Aqui, esses bairros nascem como loteamentos, com estrutura de controle de acesso, instrumento de concessão de uso pelas Prefeituras Municipais e contratos com as concessionárias de serviços públicos definindo as responsabilidades, custos e principalmente, os usos possíveis do solo”, argumenta.
Limites
Portugal lembra que é importante estabelecer a diferença entre condomínio e bairro planejado. Enquanto no primeiro exemplo, regido pela Lei 4.591/64, as ruas são privadas, é possível restringir o acesso dos não moradores, pois trata-se de uma propriedade privada. Já nos demais casos, o acesso não pode ser impedido, sob a pena de afronta à Constituição Federal.
“O  que pode ser feito é o controle, ou seja, a pessoa pode entrar, sem necessidade de se identificar, mas será acompanhada pelo sistema de segurança e monitoramento. Isso porque as ruas do bairro continuam sendo públicas”, esclarece.
Fonte: Redimob.com

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