Quando vale a pena aceitar uma contraproposta?


ENTRE 16 POVOS, BRASILEIROS SÃO OS MAIS PROPENSOS A ACEITAR UMA CONTRAPROPOSTA DA EMPRESA ATUAL; MAS ATÉ QUE PONTO ESTE TIPO DE NEGOCIAÇÃO É BENÉFICA PARA A SUA CARREIRA?

Placa de bifurcação
São Paulo – Mais dia, menos dia, todo profissional irá enfrentar um momento dramático em sua carreira. O processo de aceitar uma proposta de emprego e informar o atual chefe da sua decisão pode entrar nesta categoria. Principalmente se a reação dele for cobrir o pacote de remuneração oferecido pela outra empresa. O que fazer diante disso?
De acordo com pesquisa da Robert Half, entre 16 povos, os brasileiros são os mais propensos a aceitar a contraproposta e permanecer na atual empresa. Segundo o levantamento, 24% das companhias em operação no país afirmam que é muito comum que os profissionais retrocedam da decisão de deixar a companhia quando recebem uma contraproposta.
Mas esta, digamos, cultura é benéfica para a carreira? Para Fabio Porto d’Ave, gerente da divisão de Engenharia Oil & Gas da Robert Half, a resposta é não. “É uma visão um pouco imatura de uma população que talvez se valha apenas de uma visão de curto prazo. Com isso, o brasileiro se coloca numa zona de conforto”, afirma.
Nem sempre é assim, contudo, de acordo com alguns especialistas. Em alguns casos, tendo em vista o plano de carreira do profissional, realmente vale a pena continuar na atual companhia. O problema são os riscos que este tipo de decisão pode trazer para a sua reputação e até para as suas emoções no médio prazo. Mas como minimizá-los? Ou melhor, como tomar a melhor decisão neste momento delicado da carreira?
Por que você queria sair mesmo?
Antes de ceder ao fascínio do dinheiro a mais na sua conta bancária (sem ter que mudar de endereço profissional para isso), avalie: o que motivou o seu desejo inicial de mudar de emprego? Se for apenas uma questão de expectativa financeira, encarar a contraproposta até faz sentido. Mas se não, topar continuar na atual empresa pode significar mais frustração no médio prazo.
“Tudo depende das contrapartidas de curto, médio e longo prazo. Será que você aguentará mais tempo neste trabalho por mais dinheiro?”, questiona Verônica Rodrigues, da VR Consulting. Afinal, mais dinheiro no bolso não significa menos tédio, um chefe mais simpático ou um trabalho que renda brilho nos olhos.
Por isso mesmo, caso a companhia atual apresente uma contraproposta, coloque na mesa outros fatores para além do incremento salarial. “Esta decisão precisa estar alinhada com seu objetivo de carreira”, afirma Angelo Meniconi, diretor da área de transição de carreira da LLH|DBM.
Isso significa que, na prática, dinheiro não pode ser o único tópico da conversa com seu atual gestor. “Deixe os termos e condições alinhados com seu chefe para não ter frustrações. E deixe tudo registrado por escrito, mesmo que por e-mail”, aconselha Verônica.
Qual é a da empresa?
Coloque na balança as intenções e valores da empresa. “A pior situação para você ser reconhecido é quando você pede demissão”, pondera d’Ave. Se a empresa não valorizou até aquele momento, quem garante que valorizará no futuro? Por isso, avalie qual é o plano de carreira real (não apenas o teórico) oferecido pela empresa atual e quais as suas chances no médio e longo prazo.
Não faça um leilão
Se optar por aceitar a contraproposta, cuidado extremo para não bancar o leiloeiro de salário para a empresa preterida. “Um candidato, certa vez, duas horas depois de aceitar o emprego, ligou pedindo para rediscutir a proposta inicial por ter recebido uma contraproposta. Na hora, a empresa disse que não queria mais conversar com ele”, conta Meniconi.
Do lado oposto, a toada é a mesma. “Se o profissional utiliza o pedido de demissão como uma chantagem emocional para a empresa, está correndo risco sim. Inclusive de ficar desmotivado logo em seguida”, diz Verônica. “O mercado ficará sabendo. Ele está fazendo um caminho contrário ao sucesso”.
Lembre-se também que a companhia preterida dispendeu tempo e dinheiro para selecionar seu nome. Por isso, muita gentileza e seriedade ao informar que revogou da sua decisão de aceitar o emprego.
Fonte: Talita Abrantes

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