As dez melhores cidades para se viver, segundo ranking do grupo Economist


Nova lista tem causado debates. Hong Kong é a melhor do mundo para se viver? Berlim cai no ranking por ser uma cidade isolada? Confira como julgar qualidade de vida

Cidade de Toronto

NOVO OLHAR

São Paulo – O braço estatístico do grupo que edita a prestigiada revista The Economist, Economist Intelligence Unit (EIU), lançou mais um ranking com as cidades que oferecem melhor qualidade de vida para seus habitantes.
Até a edição de 2011, Canadá e Austrália lideravam o Top 10. Mas este ano a EIU resolveu inovar no método. E deu Hong Kong em primeiro.
Hong Kong? Sim, a metrópole chinesa, conhecida por ostentar uma névoa de poluição, ganhou de capitais europeias que os brasileiros adoram visitar. Até o editor-sênior da EIU considerou o resultado uma “surpresa”.
Tudo porque, na tentativa de aperfeiçoar o sistema, a EIU adicionou sete novos indicadores pensados pelo arquiteto e urbanista Filippo Lovato. Eles são: espaço verdepoluiçãoisolamento (a existência de outros centros urbanos por perto é considerada positiva),conectividade (linhas aéreas envolvendo a cidade),expansão (quanto mais compacta, melhor para locomoção), bens naturais (mares e rios a até uma distância de 100km) e bens culturais (proximidade aos declarados Patrimônios da Humanidade da Unesco).
São Paulo e Rio de Janeiro, as duas brasileiras entre as 70 cidades listadas, só aparecem nas 36ª e 42ª posições, respectivamente.
Clique nas imagens e confira as cidades onde todos deveriam, em tese, sonhar em viver. As notas de avaliação vão de 0 a 100, mas alguns indicadores são medidos de 1 (melhor) a 5 (pior). EXAME.com destacou em verde em que quesito cada localidade se sai melhor e em vermelho no qual vai pior quando comparada à concorrência.

1º – HONG KONG

Índex final: 87,8
Espaço verde – 1,2
Expansão – 1
Bens naturais – 1,3
Bens culturais – 4
Conectividade – 2,3
Isolamento – 1,3
Poluição – 3
Estabilidade – 95
Saúde – 87,5
Cultura e meio ambiente – 85,9
Educação – 100
Infraestrutura – 96,4

2º – AMSTERDÃ (HOLANDA)

Índex final: 87,4
Espaço verde – 1,7
Expansão – 3
Bens naturais – 1,3
Bens culturais – 2
Conectividade – 1,3
Isolamento – 4,3
Poluição – 1,5
Estabilidade – 80
Saúde – 100
Cultura e meio ambiente – 97,2
Educação – 91,7
Infraestrutura – 96,4

3º – OSAKA (JAPÃO)

Índex final: 87,4
Espaço verde – 2,8
Expansão – 2,8
Bens naturais – 2,7
Bens culturais – 2
Conectividade – 2,3
Isolamento – 2,5
Poluição – 2
Estabilidade – 90
Saúde – 100
Cultura e meio ambiente – 93,5
Educação – 100
Infraestrutura –96,4

4º – PARIS (FRANÇA)

Índex final: 87,4
Espaço verde – 1,2
Expansão – 3,2
Bens naturais – 2,3
Bens culturais – 3
Conectividade – 1,3
Isolamento – 3,8
Poluição – 2,5
Estabilidade – 85
Saúde – 100
Cultura e meio ambiente – 97,2
Educação – 100
Infraestrutura – 96,4

5º – SYDNEY (AUSTRÁLIA)

Índex final: 86
Espaço verde – 1,3
Expansão – 4,3
Bens naturais – 2
Bens culturais – 4
Conectividade – 2,3
Isolamento – 4,5
Poluição – 1
Estabilidade – 90
Saúde – 100
Cultura e meio ambiente – 94,4
Educação – 100
Infraestrutura – 100

6º – ESTOCOLMO (SUÉCIA)

Índex final: 86
Espaço verde –2,3
Expansão – 3,2
Bens naturais – 2
Bens culturais – 2
Conectividade – 2
Isolamento – 5
Poluição – 2
Estabilidade – 95
Saúde – 95,8
Cultura e meio ambiente – 92,2
Educação – 100
Infraestrutura – 96,4

7º – BERLIM (ALEMANHA)

Índex final: 85,9
Espaço verde – 1,3
Expansão – 4,5
Bens naturais – 1,7
Bens culturais – 1
Conectividade – 2,5
Isolamento – 4,8
Poluição – 2
Estabilidade – 85
Saúde – 100
Cultura e meio ambiente – 97,2
Educação – 91,2
Infraestrutura – 96,4

8º – TORONTO (CANADÁ)

Índex final: 85,4
Espaço verde – 1
Expansão – 4,5
Bens naturais – 4
Bens culturais – 5
Conectividade – 1,8
Isolamento – 3,8
Poluição – 1
Estabilidade – 100
Saúde – 100
Cultura e meio ambiente – 97,2
Educação – 100
Infraestrutura – 89,3

9º – MUNIQUE (ALEMANHA)

Índex final: 85,1
Espaço verde – 1,2
Expansão – 2,5
Bens naturais – 1,3
Bens culturais – 4
Conectividade – 1,5
Isolamento – 5
Poluição – 2
Estabilidade – 85
Saúde – 100
Cultura e meio ambiente – 97,2
Educação – 91,7
Infraestrutura – 89,3

10º – TÓQUIO (JAPÃO)

Índex final: 84,3
Espaço verde – 3,3
Expansão – 2,7
Bens naturais – 3,3
Bens culturais – 5
Conectividade – 1,3
Isolamento – 3
Poluição – 1,5
Estabilidade – 90
Saúde – 100
Cultura e meio ambiente – 94,4
Educação – 100
Infraestrutura – 92,9Fonte: Revista Exame

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