As lições dos megainvestidores em um guia sem rodeios


SUCINTO E DIRETO AO PONTO, LIVRO DE GLEN ARNOLD REÚNE AS HISTÓRIAS E AS FILOSOFIAS DE INVESTIMENTOS DE 9 DOS MAIORES INVESTIDORES DO MUNDO

Warren Buffett
São Paulo – Tal qual o show biz, o universo dos investimentos também tem a sua constelação. E a fama de grandes investidores como Warren Buffett e George Soros não é nem um pouco injustificada. Donos de filosofias de investimento bem-sucedidas, esses verdadeiros gênios das finanças não apenas enriqueceram, como também se tornaram mestres de quem quer ter sucesso no mercado – dos pequenos investidores aos profissionais.
Embora suas ideias não sejam fórmulas secretas, aprender com eles não é um processo fácil, uma vez que a informação costuma encontrar-se bastante fragmentada. Mas, observando que os grandes investidores têm muito em comum, o empresário e investidor Glen Arnold – professor de finanças na Universidade Salford, na Inglaterra – resolveu reunir suas histórias e principais ideias em um livro “direto e reto”.
“Os Grandes Investidores”, lançado no Brasil pela Ed. Saraiva, é um guia sem rodeios para quem quer conhecer o essencial sobre as estratégias e as filosofias de investimentos de nove dos maiores investidores do planeta: Warren Buffett, Charles Munger, Benjamin Graham, John Templeton, George Soros, Anthony Bolton, Philip Fisher, Peter Lynch e John Neff. Em oito capítulos, o autor resume a história de vida e as principais ideias de cada um deles, traçando um panorama das lições que qualquer investidor pode aprender com suas estratégias.
Para chegar a tão distinta seleção de nomes, Glen Arnold optou pelos investidores que tivessem histórico de sucesso, aparente compreensão do funcionamento dos mercados e das mentes de outros investidores, profundos conhecimentos das empresas e de como se formam os retornos no longo prazo, e informações suficientes sobre sua filosofia de investimentos em domínio público.
“Foi intrigante descobrir que, apesar do fato de que cada investidor desenvolveu uma postura única, há certos fatores em comum. Na verdade, a frequência com que investidores recorrem a ideias similares é bastante incrível”, observa o autor na introdução de seu livro. Como fatores em comum entre os nove investidores, Arnold cita, por exemplo, o fato de eles serem analistas de negócios e entenderem profundamente as empresas nas quais investem, e não apostadores ou caçadores de tendências.
Há outros pontos em comum que podem servir de lição para os investidores em geral: ampla consciência econômica, social e política; controle emocional mesmo em tempos de baixa; disciplina, coragem e paciência; visão generalista e simplicidade de raciocínio para tomar decisões; aprendizado com os erros (os próprios, os dos outros e até suas omissões); autoconfiança; e preocupação em evitar altos riscos e erros.
Escrito em linguagem simples, “Os grandes investidores” é bastante acessível, exigindo apenas conhecimento básico da linguagem dos investimentos, segundo o que escreve o autor. Para Arnold, a leitura será apreciada tanto pelos investidores com pouca ou média experiência quanto por profissionais do mercado.
“Muitos podem ter um conhecimento superficial das filosofias de investimento porque as universidades ensinam finanças com álgebra”, escreve Arnold no início do livro. E continua: “Normalmente, só mais tarde em suas carreiras é que percebem o quão limitado é esse currículo e só então procuram livros sobre boas posturas em investimentos”.
Conheça um pouco sobre cada um desses investidores e no que elesacreditavam:
Benjamin Graham (1894-1976): Considerado o pai da moderna teoria de investimento e da profissão de analista, Graham é autor do clássico “O investidor inteligente”, livro de cabeceira de Warren Buffett. O economista foi o primeiro a sistematizar o estilo de comprar ações de empresas sólidas, com ótimas perspectivas de geração para mantê-las no portfólio por longos períodos de tempo – o chamado “buy-and-hold”. Para Graham, é preciso entender bem o negócio de uma empresa e buscar apenas o retorno bom o suficiente. Apesar do seu pensamento influente, Graham acumulou apenas alguns milhões de dólares.
Philip Fisher (1907-2004): Dono de uma carreira de mais de 70 anos, Fisher era adepto da ideia de que mesmo uma empresa com potencial deveria estar a um preço conveniente. Para ele, a tarefa de ser um bom investidor demandava dedicação, proximidade com os dirigentes das empresas e profundo conhecimento dos negócios, o que não poderia ser atingido por um investidor amador. O fundador da empresa de investimentos Fisher & Co. utilizava um método chamado Scuttlebutt para analisar empresas, por meio da procura de opiniões sobre diversas pessoas ligadas à empresa analisada, fossem fornecedores, clientes e até concorrentes.
Warren Buffett (1930) e Charles Munger (1924): A dupla formada pelo Oráculo de Omaha e seu braço-direito é a responsável pelo sucesso da holding Berkshire Hathaway, que já investiu nos mais diversos setores. Enquanto o presidente – e maior acionista – Buffett segue a linha de Graham – Munger é mais ligado à filosofia de Philip Fisher. Juntos, ambos acreditam que ter ações é o equivalente a ser dono de parte de uma empresa. Portanto, eles só investem em setores que conhecem, com direção de qualidade e com ações vendidas a bons preços. Na lista do que não fazer, Buffett e Munger jamais se baseiam em previsões e expectativas de curto prazo, previsões macroeconômicas, fórmulas matemáticas ou mesmo no movimento do mercado.
John Templeton (1912-2008): John Templeton ficou famoso ao comprar ações de 37 empresas americanas por menos de 1 dólar em 1939, depois que o início da Segunda Guerra afugentou os investidores. Templeton acreditava que os EUA estavam fadados a entrar na guerra, o que levaria toda a economia a crescer. A partir de um investimento inicial de 10.000 dólares, Templeton chegou a 40.000 dólares depois da venda gradativa das ações em alguns anos. À frente de seu Templeton Growth Fund, Templeton aplicou sua filosofia de diversificação e busca dos melhores preços, mesmo que isso significasse investir em mercados estrangeiros.
George Soros (1930): Conhecido como “o homem que quebrou o Banco da Inglaterra” – por ter ganho 1 bilhão de dólares ao apostar contra a libra esterlina em 1992 – Soros é um especulador que prefere se ver como um filósofo, além de ser um filantropo. À frente de seu Quantum Fund, Soros obteve retornos de 35% ao ano durante 26 anos. Em seus escritos, o megaespeculador suporta a ideia de que os mercados não são totalmente eficientes e racionais, e que as percepções imperfeitas dos agentes de mercado são capazes de mudar os fundamentos da economia. Com isso, Soros procura explorar a irracionalidade da massa.
Peter Lynch (1944): Até se aposentar em 1990 – então com 46 anos –, Peter Lynch era reconhecido como o gestor de fundos com melhor desempenho do mundo, por sua atuação á frente do Fidelity Magellan Fund. Em 13 anos, o retorno médio do Fidelity foi de 29% ao ano, tendo tido desempenho positivo em 11 anos. Além de também compartilhar das ideias de que se deve entender profundamente o negócio no qual se investe, Lynch gostava de favorecer a empresa de melhor desempenho em setores menos populares, e acreditava que o pequeno investidor poderia sim superar os grandes gestores ao se ater ao que sabe.
John Neff (1931): À frente do Windsor Fund por 31 anos, John Neff retornou 56 dólares para cada dólar investido, contra 22 dólares do índice S&P500, da Bolsa de Nova York. Neff investia com ênfase em valor, enfatizando a importância de investir em uma ação com preço baixo em relação aos rendimentos. Com isso, acabou desenvolvendo testes sofisticados de avaliação de preços dos papéis.
Anthony Bolton (1950): Também investidor de valor, Anthony Bolton costuma procurar ações de empresas pouco favorecidas, pouco pesquisadas, subvalorizadas e com potencial ainda não reconhecido pelo mercado. Seus fundos costumam ter um perfil de risco acima da média, com maior volatilidade. Seu temperamento calmo, humilde, organizado e observador pode ser considerado exemplar para qualquer investidor, uma vez que para ser bem-sucedido é preciso ter bom controle das emoções.
Fonte: Julia Wiltgen

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