Será que meu filho é superdotado?


Saiba identificar os sinais de que seu filho tem uma inteligência acima da média

Será que meu filho é superdotado?

Todo pai acredita que seu filho é o mais inteligente e esperto da turma. Ele sabia as cores antes dos 2 anos, ele tem um vocabulário incrível, ele lê livros de 300 páginas aos 8 anos, enfim… Na maioria das vezes, é apenas entusiasmo materno e paterno, mas, vai que você está certo. Como saber quando a inteligência está, de fato, acima da média? Será que o tratamento deve ser diferente? E como medir esta facilidade de aprender?

A superdotação envolve muitos mitos e pouca gente sabe o que ela realmente significa. Antigamente, só era superdotado quem tinha o Quoficiente de Inteligência (o QI) acima da média, mas, hoje, algumas pesquisas mostram que ele sozinho não é suficiente para fechar o diagnóstico. “Avaliamos outros comportamentos, como as habilidades geral e específica acima da média, o envolvimento em determinada tarefa e a criatividade”, conta a pedagoga Sônia Rodrigues.

Ao contrário de outros problemas ligados aos processos de aprendizado, a superdotação pode ser percebida ainda antes da fase escolar. A fase de questionamento, que geralmente acontece até os 3 ou 4 anos, aparece antes nestas crianças, e provavelmente jamais terá fim. A fala também pode ser precoce, mas o que deve chamar a atenção é a quantidade de palavras que esta criança domina.

Os superdotados têm um nível maior de concentração, memória e raciocínio, maior capacidade de generalização e abstração, grande vocabulário e capacidade de fazer várias tarefas ao mesmo tempo. Tudo isso faz com que ela tenha mais facilidade para ler e escrever antes mesmo de entrar na escola (ou mais cedo que os colegas), e estar à frente academicamente dos colegas da mesma idade.

A origem do problema

O funcionamento do cérebro destas crianças é diferente: o órgão funciona com mais eficiência e menos energia. Isso é causado pela melhor eficiência de algumas áreas específicas, como as que controlam a memória e as responsáveis pelo foco em uma atividade só, e não por mudanças nas ligações entre os neurônios, como ocorre na dislexia.

É comum que o desenvolvimento cognitivo, ou seja, o desenvolvimento da capacidade de aprender, aconteça antes do que o motor (físico). Todas estas situações independem do ambiente externo onde a criança vive, mas ele pode atrapalhar ou ajudar, já que ela precisará de estímulos diferentes em casa e na escola.

Dentro da sala de aula

É na fase escolar que os sinais da superdotação começam a preocupar mais os pais e professores. Neste período, é comum ver crianças pulando séries ou que diminuindo o período escolar, mas nem sempre isso é bom.

As etapas de aprendizado de um superdotado e uma criança comum são as mesmas, a diferença está no tempo que elas levam para acontecer. O ritmo dos superdotados é mais veloz e, por isso, é comum que eles apresentem desmotivação na série em que estão, mas não se adaptem a um novo ano escolar ou apresentem problemas de relacionamento com os colegas da mesma idade.

É importante que os pais busquem uma escola que aceite uma criança mais jovem em séries mais avançadas desde cedo, e que respeite outras características do superdotado, como as sociais e emocionais. Os professores que lidarão diretamente com a criança também devem estar preparados para as dúvidas e novas relações que a criança estabelecerá.

Sônia destaca que os profissionais da educação devem valorizar a criatividade, incentivar a experimentação de novas ideias, ser tolerantes com os acontecimentos não habituais e estar abertos a soluções não-programadas, além de estimular o pensamento independente e a crítica positiva. Mesmo com essa facilidade para aprender, as crianças superdotadas também precisam de estímulos, sejam por meio de elogios ou com jogos e brincadeiras.

O governo brasileiro criou um programa voltado apenas para estas crianças, o Núcleo de Atividades de Altas Habilidades/Superdotação (NAAHS), e segue algumas normas para integrar os superdotados em escolas públicas e enriquecer o currículo escolar. “O objetivo não é rotular estas crianças, mas sim identificar e elaborar atividades que forneçam os recursos específicos para eles”, conta Martinha Clarete Dutra, diretora de Políticas de Educação Especial da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI)  do MEC.

Fora do ambiente escolar, a criança superdotada só precisa de acompanhamento profissional caso haja problemas graves de socialização ou adaptação. Os pais devem ficar atentos a problemas de interação dos filhos com outras crianças e ter paciência: geralmente os superdotados são mais sensíveis e exigem mais atenção. Caso a situação interfira no relacionamento familiar, procurar um psicólogo seja a melhor saída.

Fonte: Revista Pais & Filhos

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