Saiba se é hora de sair de títulos de inflação e comprar ações


O GESTOR DA LEME INVESTIMENTOS, PAULO PETRASSI, ACONSELHA CAUTELA PARA QUEM PRETENDE COMPRAR NTN-BS AGORA

ações - bolsa de valores - Bovespa - mercado financeiro
SÃO PAULO – Os títulos atrelados à inflação foram o destaque de rentabilidade da renda fixa brasileira no último ano, por conta dos cortes da taxa Selic e das expectativas de aumento dos preços. O IMA-B, índice que mede o desempenho das NTN-B (Notas do Tesouro Nacional – Série B) avançou 15,34% até julho deste ano, com elevação de 2,88% apenas no sétimo mês do ano.
Entretanto, para quem pretende entrar agora, o sócio e gestor da Leme Investimentos, Paulo Petrassi, aconselha cautela. “Eu acho que o grande ganho que as NTN-Bs poderiam ter em relação a outros ativos já ocorreu”, diz.
Para ele, as NTN-Bs, títulos que remuneram com base no IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), são interessantes para aquele investidor que acredita que a crise europeia ainda deve se acentuar e durar muito tempo e acredita que a economia global deve ter uma desaceleração maior por conta disso. “Quanto pior o cenário internacional, mais o Banco Central vai poder reduzir o juros ou pelo menos segurar eles estáveis. Então você pode ter um ganho mais forte na NTN-B. Mas eu acho um cenário muito perigoso para você trabalhar”, aponta Petrassi.
O gestor da Leme lembra que as NTN-Bs, principalmente as mais longas, devem ser priorizadas pelo investidor que tem um perfil bem definido e procura realmente atrelar o objetivo do investimento ao prazo da aplicação. Investir nesses títulos pensando na aposentadoria, por exemplo, é sempre uma alternativa interessante.
Desta forma, o investidor se protege da volatilidade do título ao longo da aplicação, já que a rentabilidade só é garantida para quem segura o título público até o final. Se optar por vender antes, o investidor está sujeito às oscilações de mercado, que no caso das NTN-Bs mais longas costumam ser fortes. “Se ele vai se aposentar, se pretende usar o dinheiro somente daqui a 20, 30 anos, se ao tiver problema com volatilidade no mês ou em um ano ele pode entrar tranquilamente”, diz Petrassi.
E a bolsa?
A bolsa brasileira segue com bastante volatilidade no ano, alternando momentos de altas em baixas sem uma tendência definida. Na últimas semanas, o Ibovespa (índice Bovespa, principal referencial do mercado acionário brasileiro) registrou uma seqüência de valorizações, acumulando uma elevação de 11,77% do dia 25 de julho até o fechamento do dia 9 de agosto.
No entanto, o estrategista da Futura Investimentos, Adriano Moreno, afirma que o investidor ainda deve ter cautela com o mercado acionário. “Apesar desta melhora, ainda estamos bem cautelosos. Se fizermos uma avaliação destes últimos 15 dias, vamos ver que esta melhora de humor do mercado e a redução de aversão ao risco estão muito pautadas em discursos, como o do presidente do BCE (Banco Central Europeu), Mario Draghi.
No final de julho, Draghi sinalizou a possibilidade de compra de títulos de dívida para reduzir o custo de financiamento dos países problemáticas, o que agradou os mercados e levou o Ibovespa a registrar sua melhor sessão no ano, com alta de 4,72% no dia . “Mas temos visto muito discurso e poucas ações concretas. As divergências políticas na Europa ainda persistem e se olharmos bem, os avanços só estão acontecendo quando os mercados estão chegando ao limite do estresse”, critica Moreno.
Perfil do investidorDe acordo com Petrassi, da Leme, optar por entrar na bolsa depende muito do perfil de cada investidor. “É difícil você falar: ‘agora tem que sacar da NTN-B e colocar na bolsa’”, diz. “Para um investidor mais agressivo, que não esta preocupado com volatilidade, talvez seja o momento de resgatar um pedaço e alocar na renda variável. Para alguém que não é tão agressivo, está satisfeito com a rentabilidade, talvez o melhor seja deixar onde está”, aconselha.
O sócio-diretor da AZ Investimentos, Ricardo Zeno, lembra que assumir riscos no mercado de renda variável é importante para quem quer um retorno mais elevado no longo prazo, mas ao avaliar alternativas de investimentos, o investidor deve sempre
estimar a rentabilidade, liquidez e grau de risco para saber se a aplicação vale ou não a pena. Segundo ele, para o longo prazo, os títulos ligados à inflação ainda estão entre as alternativas mais interessantes. “Elas garantem rentabilidade real (acima da inflação) e mantêm o poder de compra do poupador”, conclui.
Fonte: Infomoney

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