Pequenas empresas faturam com o mercado de luxo; veja dicas


O mercado de luxo no Brasil movimentou R$ 18,8 bilhões em 2011 e a expectativa é que cresça 20% este ano, segundo levantamento da MCF Consultoria e Conhecimento, especializada em estratégia e gestão de luxo.
Não é preciso ser grande para lucrar no segmento. De acordo com especialistas, há oportunidades para as micro e pequenas empresas, principalmente porque produzem em escala menor, possibilitando a exclusividade característica deste mercado.

Silvio Passarelli, diretor do curso de gestão do luxo da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), diz que as chances estão em todas as áreas, entre elas, moda, joalheria, arquitetura, móveis e decoração, cosmetologia e serviços pessoais, como personal trainer, cabeleireiro e fisioterapeuta.

“Os pequenos empreendedores têm condição de competir neste mercado desde que tenham uma estratégia consistente. Além disso, ele precisa ser uma pessoa excepcional, ter cultura e conhecimento no segmento que permitam chegar ao padrão de excelência na oferta do produto”, afirma.

Luxo exige investimento

O que caracteriza um produto ou serviço de luxo é a qualidade e, para isso, são utilizados materiais nobres, os melhores acabamentos, ótimo design e atenção aos detalhes, que pode estar tanto em um trabalho artesanal quanto em um com uso de alta tecnologia.
A tradição também é um fator de diferenciação das marcas luxo, porém, segundo Passarelli, as pequenas empresas que estão começando neste mercado têm maneiras de se destacar. “As empresas precisam ser constantes, manter a mesma proposta de atendimento e padrão de qualidade desde o início. Além disso, conhecimento na área e investimento na construção de uma marca de renome são fundamentais.”
A arquiteta Selma Tammaro, da Tammaro Arquitetura, desenvolve projetos de alto padrão e diz que o mercado de luxo requer atualização constante. “O nível de exigência é muito grande nesse mercado, o que nos obriga a viajar bastante, participar de exposições e feiras internacionais. O cliente de luxo exige também um atendimento personalizado, que limita um pouco a expansão, pois ele quer ser atendido pela arquiteta titular”, declara.

Burocracia dificulta importações

Apesar do mercado de luxo estar em crescimento, os empreendedores dessa área ainda enfrentam dificuldades conhecidas há muito tempo pelos empreendedores brasileiros. Para Eduardo Achcar, sócio da Metalbagno Spazi, empresa de decoração de banheiros que importa peças assinadas por designers internacionais, a burocracia é muito grande.
“O trâmite de nacionalização de produtos importados não é simples, então, é importante que o empreendedor já tenha uma vivência nessa área. Além disso, ainda é difícil para os brasileiros conseguirem crédito no exterior. Quando adquiri as primeiras peças importadas, tive que pagar antecipadamente”, declara.

Retorno leva tempo e margens nem sempre são diferenciadas

Muito empreendedores acreditam que os altos preços dos produtos e serviços de luxo garantem lucro alto à empresa. No entanto, os gastos com produção ou importação são proporcionais e o volume de vendas é menor.
“O empresário pode ter uma concessionária e vender 150 carros populares num mês ou vender só 15 carros de luxo. Depende do público com o qual ele se identifica e quer trabalhar”, diz Achcar.
Segundo Carlos Ferreirinha, presidente da MCF Consultoria e Conhecimento, são necessários tempo e investimento para que o empresário alcance margens diferenciadas. “Criar produtos e serviços extraordinários exige tempo. As pessoas precisam estar alinhadas, o que demanda treinamento”, declara.
Ele diz que a ansiedade ou a necessidade de resultados imediatos é a maior dificuldade dos pequenos empresários que apostam no mercado de luxo e que o investimento no negócio deve ser contínuo. “Não se trata de muito ou pouco dinheiro, mas, sim, de continuidade. É fundamental ter paciência, foco na excelência, na diferenciação, na visão de médio e longo prazos.”
É o que faz a grife de chocolate Chocolat du Jour. “O intuito sempre foi ter um chocolate excepcional e não ter mil lojas”, diz Claudia Landmann, fundadora da chocolateria gourmet.
O negócio, que começou em casa, hoje possui três lojas físicas e faz vendas pela internet. Mas, segundo Patrícia Landmann, diretora de marketing, há muitas oportunidades para crescer. “Somos procurados por interessados em franquias e por shopping centers, mas é complicado crescer e manter o padrão de qualidade. Por isso, preferimos continuar neste formato”, diz.
Fonte: Larissa Coldibeli

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