6 fusões e aquisições enroscadas para sair


HEINEKEN FINALMENTE FECHOU A COMPRA DA FRASER & NEAVE NA ÚLTIMA SEMANA, APÓS UM MÊS DE NEGOCIAÇÕES INTENSAS; CLIQUE NAS FOTOS E CONHEÇA OUTROS NEGÓCIOS DIFÍCEIS DE SAIR DO PAPEL:

Cerveja Heineken

HEINEKEN E A DISPUTA PELA FRASER & NEAVE

São Paulo – Um mês atrás, a Heineken fez uma oferta para comprar o controle da cervejaria Fraser & Neave, de Cingapura, por cerca de 4 bilhões de dólares. A companhia holandesa é parceira da F&N há mais de 80 anos.
Na ocasião, a oferta foi considerada positiva para o mercado e atrativa  para os acionistas da cervejaria asiática , até a Kirin, cervejaria japonesa e dona da Schincariol, entrar na jogada e anunciar que também tinha interesse no negócio.
Dias depois, no entanto, o conselho da F&N anunciou que a Heineken era preferida, pois tinha oferecido uma proposta mais atraente para comprar o controle. Quando o mercado achou que a aquisição estava prestes a ser divulgada, mais um revés aconteceu: a oferta foi considerada baixa e a Heineken precisou oferecer uma nova proposta.
No fim da semana passada, finalmente um acordo definitivo e irrevogável foi assinado pelas duas fabricantes de cerveja. A Heineken propôs compra a F&N por 4,5 bilhões de dólares e a oferta foi aceita pela cervejaria de Cingapura.

FUSÃO ENTRE GLENCORE E XSTRATA

Outra novela que está longe do capítulo final é a fusão entre as mineradoras Glencore e Xstrata. Os primeiros boatos da união das operações da companhia surgiram em junho de 2011 e até hoje não se chegou a nenhuma conclusão.
A nova companhia, que deverá se chamar Glencore Xstrata International, terá escala para produzir e negociar recursos naturais, incluindo metais, petróleo e grãos, em cinco continentes, e tem valor avaliado pelo mercado em 90 bilhões de dólares.
A Glencore já avaliou abandonar a operação a fim de evitar o aumento do valor do acordo. O Catar, segundo maior acionista da Xstrata, exige que a participação monetária da companhia suíça seja maior.
Até as autoridades antitruste da Austrália disseram que não vão se opor à operação. Resta agora as duas companhias de fato concluírem a fusão.

CSA E NINGUÉM INTERESSADO

Desde janeiro, a ThyssenKrupp, siderúrgica alemã, está tentando vender sua participação de 73% na Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), na qual a Vale também é sócia, e não está conseguindo achar um comprador.
Recentemente, a Usiminas e a Gerdau afirmaram que a aquisição da CSA não estava no radar. Outra possível compradora seria a CSN, que estaria aguardando, desde de junho, dados da companhia para avaliar a operação.
Sabe-se que o setor siderúrgico não vive o melhor dos mundos. A atual crise é motivada pelo alto preço dos insumos, como minério de ferro, e pelo aumento da concorrência, principalmente de companhias chinesas desse setor.

DEMOROU, MAS A DELL COMPROU A QUEST

Em maio, a Dell anunciou a compra da Quest por 2,4 bilhões de dólares, mas, dias depois, sem nenhum motivo aparente, as negociações entre as duas companhias foram rompidas.
No mês passado, no entanto, a Dell reiterou o desejo de comprar a companhia de tecnologia pelo mesmo valor da oferta inicial e finalmente a operação foi concluída.
Vale lembrar também que em março a Quest havia concordado em ser adquirida pela Insight Venture Partners por 2 bilhões de dólares, mas voltou atrás no negócio. Será a Dell ou a Quest a enrolada na história?

COTY AINDA QUER A AVON?

Embora já tenha caído no esquecimento, durante os meses de março, abril e maio deste ano, a Coty, companhia francesa de fragrâncias, tentou de todas as maneiras comprar a Avon.
A primeira oferta feita pela companhia, no valor de 10 bilhões de dólares, foi considerada hostil pela empresa de venda direta americana e rapidamente recusada.
Dias depois, no entanto, a Coty aumentou a proposta para 10,7 bilhões de reais e a Avon disse que iria avaliar as condições do negócio, mas não chegou a dar nenhuma resposta formal sobre a operação.
Aborrecida com a situação, a Coty retirou sua oferta de 10,7 bilhões,  alegando que a maior companhia de venda direta de cosméticos do mundo não cumpriu p prazo para iniciar a discussão sobre um acordo proposto em março.

VOLKS QUER SER ÚNICA DONA DA PORSCHE

No início de junho, a Volkswagen anunciou que compraria por 4,4 bilhões de euros o controle da montadora de luxo Porsche, mas, desde então, não se voltou mais a falar sobre a operação.
A Volks é sócia da Porsche desde 2009, quando adquiriu participação de 49,9%, por 3,9 bilhões de euros. Durante anos, a montadora alemã estudou maneiras de se tornar a única dona da marca de automóveis de luxo.
O acordo de aquisição está previsto para, finalmente, ser concluído neste mês. Agora, é aguardar para ver.
Fonte: Camila Barbosa

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