8 lições que os empreendedores não aprendem na escola


OITO EMPREENDEDORES CONTAM O QUE TIVERAM QUE APRENDER NA PRÁTICA E QUE CURSOS E MBAS NÃO ENSINAM SOBRE A GESTÃO DE UMA EMPRESA

Papel indo para o lixo

TENTATIVA E ERRO

São Paulo – Sim, todo empreendedor deve se capacitar. Já está mais do que comprovado que gestores que buscam conhecimento, seja com uma graduação ou um MBA, têm mais chances de sucesso em uma pequena empresa. Mas há coisas que só o dia a dia do negócio é capaz de ensinar.
Para falar sobre o que os empreendedores não aprendem na escola, Exame.com ouviu oito empresários de vários segmentos e com empresas em diferentes níveis de maturidade para falar sobre as lições que eles tiram do cotidiano como empreendedores e gestores.

SER UM LÍDER MELHOR TODO DIA

No ano passado, a rede Blue Tree Hotels registrou faturamento de 255,5 milhões de reais. À frente do negócio está a fundadora e presidente Chieko Aoki. Ela é formada em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), fez cursos em administração na Universidade de Sophia, no Japão, e cursos de administração hoteleira na Cornell University, nos Estados Unidos. Mesmo com este currículo, ela acredita que nada substitui a vivência na prática e o aprendizado no contato direto com os clientes. “Dificuldades, obstáculos e resistências ajudam no desenvolvimento profissional e a sermos mais fortes. Por exemplo, liderar é uma arte em relacionamento e noto como algumas boas práticas de alguns anos atrás não são mais efetivas hoje”, conta Chieko.

ARRISCAR-SE

A rede de fast food saudável Seletti foi criada em 2007, por Luis Felipe Campos. Com faturamento na casa dos 30 milhões de reais, a empresa foi, para Campos, a maior escola. Depois de passar por cursos que vão de neurolinguística a hotelaria na Suíça, ele diz que muitas coisas só se aprendem no dia a dia da empresa. “É na empresa que você aprende a fazer as pessoas comprarem um sonho que é inicialmente do empreendedor, e a tomar decisões sem ter todas as informações ou capital em mãos, o que para muitos seria loucura”, afirma Campos.

CULTIVAR BONS RELACIONAMENTOS

Vinicius Roveda estudou gestão empresarial e ciências da computação antes de virar empreendedor. “Eu já tinha planos de abrir minha própria empresa”, conta o CEO da ContaAzul, uma plataforma de gestão on-line para micro e pequenas empresas. Segundo ele, as aulas o ajudaram a ter acesso a ferramentas de administração e a aumentar o conhecimento sobre negócios. Durante o trabalho, no entanto, ele aprendeu a importância do autoconhecimento e da empatia. “Eles não estão presentes em cursos de MBA, mas são pontos que venho buscando evoluir desde que fundei minha empresa, pois são fatores emocionais. Uma corporação nada mais é do que uma relação entre pessoas e os seres humanos agem na maior parte do tempo baseados no instinto”, explica Roveda.

SORTE TAMBÉM É UM ELEMENTO IMPORTANTE

Matias Recchia, CEO da produtora de jogos sociais Vostu, criou o negócio em 2007. Recchia estudou administração e fez cursos na London School of Economics e na Universidade de Harvard. Para ele, há duas lições essenciais aprendidas na prática. A primeira é que a sua ideia inicial pode não ser aquilo que seu negócio vai se tornar. “Levamos dois anos para descobrir qual seria o modelo ideal de negócio”, diz. Além disso, a sorte é um elemento importante para uma empresa. “A sorte desempenha um papel. Não se coloque em uma posição elevada quando as coisas estão indo pela direção certa e não seja tão duro com você mesmo quando as coisas parecem não estar se movendo”, sugere Recchia.

ESTAR PREPARADO PARA MUDAR DE RUMO

Victor Noda, sócio-fundador da Mobly, loja virtual de móveis, acredita que MBAs e cursos ensinam ferramentas e técnicas extremamente importantes para o cotidiano, como plano de negócios e estratégias de segmentação de clientes. No entanto, como empreendedor, ele aprendeu outras coisas que não estão no currículo dos cursos. “Uma coisa que aprendi e usamos em tudo na Mobly é a cultura de realizar testes rápidos. É importantíssimo estar preparado para mudar o rumo da empresa assim que identificado um problema. Se a estratégia, modelo de negócio ou execução não estiverem de acordo, não tenha medo em alterar completamente a cara da empresa”, sugere Noda.

INSPIRAR SUA EQUIPE

Com expectativa de faturar 6 milhões de reais neste ano, a agência de marketing digital underDOGS foi criada em março do ano passado. Tiago Luz, presidente da companhia, estudou administração na Saint Mary’s University, no Canadá, e fez pós-graduação em Inteligência Competitiva na PUC. Para ele, a escola ensina processos e fórmulas para calcular e manter a rentabilidade do negócio, mas não ensina a ter paixão. “Não ensina que o sucesso é o resultado da disseminação dessa paixão na sua equipe. O que aprendi no mundo dos negócios e a escola não me ensinou foi, sem dúvida nenhuma, inspirar a equipe a ter excelência, orgulho e paixão pelo que faz”, diz Luz.

INTERLIGAR ÁREAS

Clederson Cabral criou a rede especializada em milkshakes e sorvetes Mr. Mix em 2006. No ano passado, a rede faturou 10 milhões de reais e projeta um faturamento de 27 milhões de reais para este ano. Para aprimorar o negócio, Cabral, que é formado em administração, fez MBA em franquias e até cursos sobre sorvetes. “Quando você vai para a sala de aula, você aprende um processo ou área individualmente, como marketing, finanças e contabilidade. Na prática, além do empreendedor precisar saber sobre cada um desses ‘quadrados’, ele precisa criar sinergia entre as áreas para que a empresa tenha um só norte”, diz Cabral.

SOBREVIVER AOS MOVIMENTOS DA ECONOMIA

Walmir Scaravelli, sócio-fundador e diretor comercial da Mega Sistemas Corporativos, estudava matemática na Unicamp quando decidiu virar empreendedor. Largou o curso e só quinze anos depois retomou os estudos, para fazer um MBA. Depois de um curso no exterior, Scaravelli viu a empresa faturar 50 milhões de reais no ano passado. Para ele, lidar com o cenário macroeconômico foi a principal lição que aprendeu no dia a dia. “A empresa foi a maior escola, em especial na sua primeira década, momento de alta inflação no país, sucessivos pacotes econômicos, confisco nas contas bancárias e inexistência de financiamentos. Isso trouxe uma maturidade empresarial que seria impossível ser aprendida na vida acadêmica”, opina Scaravelli.
Fonte: Revista Exame

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