Casas a Venda no Condominio Aldeia do Vale – Goiânia


ALDEIA DO VALE

Condomínio Fechado de Luxo

 

Moderna Casa a venda com 4 quartos, sendo 4 suítes e uma Ampla Sala com Pé direito Duplo + Home + Integração total com Cozinha e Varanda de lazer.

O Acabamento de Alto Padrão e a suíte máster é imensa com Banheira e um Closet diferenciado.

Área do Lote: 2.400 m²

Área Construída: 434 m²

 

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Luxuosa Casa no Condomínio Fechado Aldeia do Vale a venda com excelente projeto, acabamento de Alto Padrão e ambientes aconchegantes.
• Ampla Sala com pé direito duplo com integração cozinha/ jantar/home.
• Ambientes com belíssimo projeto luminotécnico com lustres de cristal swarovski importados, persianas automatizadas e todas com aço escovado,
• Luxuosa suíte máster com 59 m² com amplo closet e moderno banheiro com acabamento de altíssimo padrão,
• Todas as portas laqueadas,
• Cozinha com ilha em silestone,
• Paisagismo com irrigação automatizada
Muita qualidade de Vida distribuídos em 434 m² de área Construída em um Lote de 2.400 m².

O Lazer é completo para momentos com a família:
• Sauna molhada,
Piscina aquecida + Iluminação em LED + Hidro,
• Varanda gourmet com fogão tok imbutido,
• Área de deck 85 mts ,

O Imóvel é novo com apenas 3 anos e meio de construção,

VALOR: 2.080.000
Os valores podem ser alterados a qualquer momento sem aviso prévio. Propostas sujeitas a disponibilidade e aceite.

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Casa 4 suítes a venda no Condomínio Aldeia do Vale em Goiânia


ALDEIA DO VALE GOIÂNIA

Excelente casa térrea com 4 suítes a venda

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Luxuosa casa 4 suítes

Condomínio Aldeia do Vale – Goiânia

Casa térrea com localização privilegiada(rua com pouco movimento e no alto/morro),com bastante vista e ao mesmo tempo privativa.
Garagem junto com um patio de estacionamento para 12 carros totalmente privativo e com belos taludes como vista.
Hall de entrada principal com porta de 2 X 3 mts de demolição.
Sala principal com pé direito (6 mts de altura).
Escritório.
Parte intima com pé direito de 3,40 mts, 4 suítes e piso de assoalho de demolição, todas as portas duplas e altas, com sala de TV íntima e armários Florence.
Restante da casa toda em granito 90 x 90
Varanda integrada (churrasqueira,forno de pizza, sauna para 10 pessoas sentadas com área de vestir e lavabo.)
Home cinema integrado a área da varanda.
Piscina com aquecimento solar e borda infinita e SPA para 12 pessoas com aquecimento a gás.
Toda casa com água fria e quente (aquecimento solar).
Poço artesiano com reservatório de água de 20 mil litros .
Campo de futebol.
02 cozinhas ( 01 gourmet com armários Florence e 01 para o dia a dia)
02 quartos (motorista e empregada) com sala de TV.
Dispensa , deposito casa, mais deposito garagem.

Terreno: 4.360 m²
Construído: 711 m²
INVESTIMENTO: R$ 5.900.000,00
Os valores podem ser alterados a qualquer momento sem aviso prévio. Propostas sujeitas a disponibilidade e aceite da Imobiliária/proprietário.

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Quando o consórcio vale mais a pena que o crédito imobiliário


SAIBA PARA QUAL PERFIL DE COMPRADOR O CONSÓRCIO É A FORMA DE PAGAMENTO MAIS INTERESSANTE PARA COMPRAR UM IMÓVEL

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Existem três maneiras básicas de comprar um imóvel residencial. A primeira é por meio de um financiamento. O sujeito não tem o dinheiro necessário para a aquisição. Então toma um empréstimo no banco e paga juros, mas, se comprar uma casa ou apartamento pronto, já poderá desfrutar do bem. A segunda forma é com um pagamento à vista. A pessoa passa algum tempo economizando o dinheiro para a compra. Enquanto isso, terá de pagar aluguel caso não tenha um imóvel próprio. Por outro lado, ao invés de pagar juros ao banco, poderá manter o dinheiro aplicado e receber a remuneração do investimento.
Terceira forma de comprar um imóvel, os consórcios são uma espécie de meio termo entre a primeira e a segunda alternativa. O comprador não poderá desfrutar do imóvel imediatamente pois vai precisar ser sorteado antes de comprá-lo. Mesmo que decida dar um lance, pagando por uma bela parcela do imóvel antes dos demais, não há garantia de que outro consorciado seja ainda mais agressivo em seu lance e o obrigue a esperar mais pela carta de crédito. Ao mesmo tempo, no consórcio não há a cobrança de juros como nos financiamentos imobiliário, mas tampouco o consorciado recebe um retorno pela poupança que está constituindo.
“Eu só recomendo o consórcio para quem pode esperar ser sorteado porque já tem um lugar para morar”, afirma Gustavo Cerbasi, o especialista em finanças pessoais que mais vende livros no Brasil. Os consórcios imobiliários têm prazo de até 180 meses. Isso significa que o azarado que for sorteado por último no consórcio terá de esperar nada menos do que 15 anos para adquirir o imóvel.
Para quem tiver sorte ou então dinheiro para dar um lance e antecipar o recebimento do bem, no entanto, pode valer muito a pena optar por essa modalidade de aquisição. “Nesses casos, o consórcio será uma alternativa mais barata que o financiamento.” Nos consórcios, não há a cobrança de juros. Os consorciados arcam apenas com uma taxa de administração, que varia de 1,5% a 2,4% por ano, e com a correção monetária. O percentual é muito inferior ao das linhas de crédito imobiliário disponíveis no mercado, que cobram juros de cerca de 12% ao ano. “No financiamento imobiliário, o valor total com juros alcança até 2,7 vezes o valor financiado. No consórcio, esse custo equivale a 1,5 vez o capital do consorciado”, calcula o consultor financeiro Mauro Calil.
Para quem tem uma boa reserva em dinheiro, uma alternativa é tentar antecipar o aquisição do imóvel dando um lance. Geralmente, as administradoras convocam reuniões mensais para o sorteio e leilão das cartas de crédito. Nessas ocasiões, é possível fazer propostas financeiras para a retirada do valor. Quem fizer o melhor lance, leva a carta de crédito. “Mesmo se você não oferecer o maior valor, pode direcionar este dinheiro para quitar parte de suas parcelas e diminuir o tempo de espera pela carta”, diz o advogado Nelson Lacerda, especialista em tributação e pioneiro nas ações revisionais bancárias.
Cada plano estabelece um valor mínimo para as propostas. No Bradesco, maior administrador de consórcios do país, o lance mínimo para imóveis equivale a 20% da carta de crédito. Mas não adianta dar um lance de 30% do valor do imóvel se outro consorciado oferecer 40%. Nesse caso, ele será o contemplado. Ainda restará ao consorciado tentar a contemplação no mês seguinte, quantos vezes eles quiser.
“Se você pagou a primeira parcela, já pode propor um lance no próximo mês”, diz Lacerda. No entanto, os consorciados que são contemplados com a carta de crédito logo no início das prestações acabam pagando mais com o tempo. “As parcelas são reajustadas pelo Custo Unitário Básico da Construção Civil (CUB) ou Índice Nacional de Custo da Construção (INCC). Mas essa diferença é bem menor do que o total resultante dos juros do financiamento”, diz Lacerda.
Lado B
“Nos últimos anos, as taxas de juro de algumas linhas de crédito imobiliário foram reduzidas e os prazos das prestações, estendidos. Com isso, os consórcios se tornaram menos competitivos”, afirma Miguel de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Assim, em alguns casos, o financiamento pode, sim, ser mais vantajoso. Lúcio Delfino, diretor administrativo da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABNH), recomenda uma meticulosa comparação entre as duas modalidades de crédito.
Ele lembra, por exemplo, que, dependendo do sistema de amortização, as taxas de juros do financiamento sempre estarão vinculadas ao saldo devedor. Como consequência, ao longo dos anos o valor das prestações irá diminuir. O mesmo não acontece com os consórcios. “A correção monetária segue o mesmo raciocínio dos juros do financiamento. Mas a taxa de administração sempre será calculada sobre o valor da carta de crédito”, afirma Delfino.
Dessa forma, se você for contemplado no início do plano de consórcio, sua carta de crédito terá um valor estagnado, mas as parcelas continuarão sendo reajustadas segundo essa lógica. Outro ponto a ser pesado é a idoneidade das administradoras. Enquanto no financiamento você é o devedor, no consórcio você se torna credor da instituição. Assim, se a empresa falir, é quase certo que você fique a ver navios, sem a carta de crédito na mão. Por isso, recomendam os especialistas, escolha sempre administradoras que tenham parceria com alguma instituição regulada pelo sistema financeiro.
Lacerda alerta para os consórcios privados, organizados, geralmente, por empreiteiras. Nesta modalidade, o ritmo de construção da obra é determinado pela quantidade de dinheiro que entra em caixa. Se há inadimplência, por exemplo, há risco de a obra parar e da construtora quebrar. Não foram poucos casos de administradoras de consórcios que quebraram nas décadas de 80 e 90, quando a legislação ainda não era tão rígida.
Mesmo hoje em dia, especialistas afirmam que o ideal é contratar uma administradora de consórcio ligada a um banco pois o negócio estará sob supervisão do Banco Central. Se alguma administradora não entregar a carta de crédito prometida, perde o direito de prestar o serviço. “No passado, tivemos um grande trauma com estas empresas. Mas, hoje, as garantias são outras. Há uma maior solidez”, afirma Calil.
No entanto, segundo Oliveira, nada como poupar o dinheiro sem precisar recorrer a uma administradora de consórcios. “Se você fizer seu pé de meia, você ganha juros. Se entra num consórcio, paga os juros”, afirma. O único problema é ter que esperar anos para juntar o dinheiro e, ao mesmo tempo, aprender a ser fiel às próprias metas pessoais.
Como funciona?
Entender a lógica interna do consórcio é o primeiro passo para decidir se ele é adequado ao seu perfil financeiro ou não. Assim, na composição das prestações do consórcio inclui-se também um valor que se destina à formação de um fundo de reserva. Esse fundo tem por objetivo garantir as cartas de crédito em caso de qualquer eventualidade. Se não utilizado, ao final do plano o dinheiro é devolvido aos participantes.
Para saber quanto terá de pagar por mês, o consorciado pode fazer uma conta simples. Basta somar o percentual da taxa de administração ao do fundo de reserva, aplicar o percentual resultante sobre o valor da carta de crédito e, então, dividir o total pela quantidade de prestações.
Durante o plano, as prestações são corrigidas pelo valor do bem, seguindo a tabela de preços do fabricante. No caso de imóveis, o indicador mais utilizado é o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC). Para imóveis na planta, as parcelas são reajustas pelo Custo Unitário Básico da Construção Civil (CUB).
No caso de inadimplência, as administradoras tomam duas atitudes diferentes. Se isso ocorrer após a contemplação, o bem é tomado e levado a leilão para pagamento da dívida. Já se a falta de pagamento se der antes da contemplação, o participante terá três meses para regularizar sua situação. Caso isso não seja feito, o consorciado continuará participando dos sorteios mensais e poderá receber de volta o dinheiro aplicado quando for contemplado.
Quem tiver dívidas também poderá se beneficiar da nova regulamentação. Ao ser contemplado, o consorciado poderá optar por utilizar a carta de crédito na quitação do atual financiamento ao invés de comprar um novo bem. Mas haverá uma restrição: um consórcio imobiliário só poderá ser usado para quitar uma dívida também imobiliária. O consorciado também não poderá utilizar a carta de crédito para abater prestações. O dinheiro será liberado para o pagamento de dívidas somente se for suficiente para quitar totalmente o financiamento. Como o bem é a garantia do consórcio, precisa estar em nome do consorciado. E, sem a quitação completa, isso não é possível pois o bem permanecerá em nome do banco.
A partir de março de 2010, tornou-se possível utilizar os recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço para o pagamento de parte das prestações de consórcios. O benefício é destinado a trabalhadores consorciados que já tenham sido contemplados com a carta de crédito e também já tenham adquirido o imóvel. Para sacar o recurso, o imóvel e o consórcio devem necessariamente estar no nome do beneficiado e o valor de compra do imóvel também não pode ser superior a 500.000 reais. As outras regras para a retirada do FGTS também se aplicam nesse caso.
Fonte: Talita Abrantes

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4 razões para apostar nas ações da Vale, segundo o HSBC


ANALISTAS ELEVARAM A RECOMENDAÇÃO E VEEM PAPEL “EXTREMAMENTE BARATO”

vale
São Paulo – A equipe de análise global do HSBC mudou a sua visão sobre as ações da mineradora brasileira Vale após notar uma melhora nas perspectivas para a empresa. O analista Jonathan Brandt calcula ainda que os títulos negociam a um desconto de 20% em relação às maiores do mundo (Rio tinto, BHP Billiton, Anglo American e Xstrata) e de 46% para o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira.
“Nesses níveis de descontos (frente ao mercado e a seus pares), e considerando o fato de acreditarmos que os rebaixamentos nas projeções de lucros da Vale provavelmente terminaram pelo resto do ano, esperamos que a avaliação funcione como um suporte se o mercado de forma geral vivenciar uma atitude de fuga de risco”, avalia em um relatório enviado aos clientes.
O desconto na comparação com as outras mineradoras já foi atingindo antes, mas a última vez em que tal diferença ocorreu foi em 2006. Já a subavaliação na comparação do preço sobre o lucro por ação da Vale em relação ao mercado brasileiro em geral só encontra patamar parecido durante a crise financeira global de 2008. Segundo Brandt, a empresa “continua a ser extremamente barata”.
“Estamos agora otimistas com a perspectiva para as ações da empresa acreditamos que o perfil de risco/retorno passou a ser positivo. Os ventos desfavoráveis permanecem? É claro que sim. Porém, a Vale é o nome mais atrativo em termos de fundamentos em nosso universo de cobertura”, ressalta o HSBC.
Brandt, que elevou a recomendação de neutra para alocação acima da média (overweight) e possui um preço-alvo de 48,50 reais para as ações ordinárias (VALE3) e 42,50 para as preferenciais de classe A (VALE5), listou quatro motivos que sustentam a mudança em sua visão em relação aos papéis da mineradora.
1. Melhora na China
O banco acredita que as medidas de estímulo econômico, como os sucessivos cortes nas taxas de juros, implementadas pela China podem começar a surtir efeito. Nesta semana, o primeiro-ministro do país, Wen Jiabao, afirmou que as medidas para estabilizar a economia estão funcionando e que o governo vai acelerar os esforços no segundo semestre do ano para elevar a efetividade das políticas.
“Os dados macroeconômicos da China, divulgados recentemente, ilustram uma economia que vem apresentando um “pouso suave”, sem impacto desastroso, e o governo do país continua a implementar medidas de estímulo”, ressalta o analista. O FMI (Fundo Monetário Internacional) reduziu apenas ligeiramente as estimativas para o crescimento do país de 8,2% para 8% em 2012 e de 8,8% para 8,5% para o ano que vem.
2. Minério de ferro
A Vale, maior mineradora da commodity no mundo, pode também se beneficiar de um aumento nos preços à vista do minério de ferro no segundo semestre embalados pela provável aceleração da economia chinesa no segundo semestre.
“Em nossa opinião, continuarão a existir dificuldades para que a nova oferta do produto chegue ao mercado ao passo que a demanda, que é inegavelmente robusta, continuará a uma taxa de 3%-4%. Consequentemente, acreditamos agora que o mercado de minério de ferro continuará mais apertado do que prevíamos anteriormente”, afirma o banco.
3. Revisões
Para o HSBC, as reduções nas projeções de lucros para a empresa por parte dos analistas provavelmente terminaram, o que dá um alívio na pressão sobre as ações da mineradora. O próprio banco encerrou as revisões para baixo nas estimativas para a Vale em seu último relatório. Em 23 de maio, o banco já tinha cortado a projeção de geração de caixa em 8%.
“Na ocasião, as revisões ocorreram em virtude de questões específicas da Vale (resultados fracos no primeiro trimestre, alta nos custos, pequena queda na produção, etc.). Neste relatório, reduzimos novamente nossa projeção de EBITDA 2012, desta vez em 11%, porém mais em função de uma revisão para baixo nos preços do minério de ferro do que de problemas específicos da empresa”, ressalta.
4. Avaliação
O banco avalia que as estimativas para as ações continuam atrativas e é provável que o pagamento de 6% em dividendos (dividend yield) em relação ao preço atual da ação continue nos próximos anos, em comparação a apenas 2,5% para o retorno dos títulos da dívida da Vale, ressalta. O pagamento é o melhor dentre as mineradoras globais diversificadas, calcula Brandt.
“Embora o mercado possa se decepcionar se estiver esperando retornos de capital superiores a 6 bilhões de dólares em dividendos já anunciados, acreditamos que esse nível mínimo será sustentável nos próximos anos, particularmente se nossas premissas para o preço de commodities se mostrarem corretas”, afirma o banco.

Fonte: Gustavo Kahil

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Quanto vale o seu sonho?


Com a melhora da renda do brasileiro, está cada vez mais fácil a realização de sonhos e a compra de alguns sonhos de consumo.

            Seja o carro novo, a casa própria ou a viagem ao exterior, com ofertas e apelos do comércio, a conquista de determinados objetivos materiais fica mais próxima e acessível. Mas como avaliar se vale a pena?
            Primeiramente, é importante entender e conhecer quais desejos realmente são nossos, e quais são externos, ou seja, quais são resultados de um bom plano de marketing alinhado a nossa crescente pré-disposição em consumir.
            Não há nada de errado em querer uma casa, um carro, um celular ou planejar uma viagem, mas será realmente necessário trocar de celular semestralmente, ou até bimestralmente? E os carros. Será que a prestação do carro virou uma prestação eterna? Com a “implantação” da idéia de que carro desvaloriza muito rápido, a maioria troca de carro num periodo inferior ao término das prestações. É muito comum financiar um carro em 48 vezes e assim que encerrar a última prestação – ou até antes – trocar o carro por um modelo mais novo e iniciar o ciclo da prestação eterna. A verdade é que valeria a pena ficar mais alguns anos com o mesmo carro e juntar o dinheiro para a troca do mesmo, pois ele não desvalorizaria na mesma proporção dos juros cobrado pelo financiamento do novo bem. Mas, como administrar esse desejo?
            Além da dica fundamental de avaliar a diferença entre querer e precisar e de estudar os benefícios e custos das ofertas de crédito do mercado, você pode comparar o preço do bem – ou serviço – que está adquirindo com o que você ganha, ou seja, calcular quanto tempo de trabalho será necessário para arcar com os custos do seu sonho.
            Dessa maneira, fica mais fácil decidir se a compra vale ou não a pena e se, quem sabe, não é melhor esperar um pouco mais.
            Quanto vale o meu sonho?
            Em primeiro lugar, calcule seu ganho diário, com base, claro, em seu salário líquido – já com descontos. Em seguida, estime o valor do seu sonho. O próximo passo é calcular quanto tempo tem de trabalhar para conquistá-lo.
            Faça as contas: supondo que seu objetivo seja a viagem ao exterior, entre passagem, hospedagem, alimentação e transporte local, o gasto total do passeio é de R$ 7 mil à vista ou 12 parcelas de R$ 807,69**.
            Com um ganho líquido de cerca de R$ 4 mil por mês ou R$ 153,84* por dia, quantos dias de trabalho serão necessários para pagar as despesas?
Sonho à vista R$ 7.000
Renda média/mês R$ 4.000
Renda média/dia R$ 153,84*
Custo do sonho +/- 45,5 dias de trabalho
Sonho a prazo R$ 807,69/mês**
Renda média/mês R$ 4.000
Renda média/dia R$ 153,84
Custo do sonho +/- 5 dias de trabalho/mês***
* Considerando 26 dias de trabalho/mês
** Juros de 5,93% ao mês
*** Durante 12 meses
            Vale mencionar que os cálculos da tabela são para mostrar o peso da compra dentro dos ganhos de cada um e que, independentemente da forma de pagamento escolhida (à vista ou a prazo), o planejamento é essencial, já que os gastos mensais não se resumem apenas à aquisição deste bem ou serviço.
            Comprar ou não comprar, eis a questão.
            A decisão de investir ou não na conquista do seu sonho depende única e exclusivamente de você. Os benefícios serão sempre usufruídos especialmente por você, mas o ônus também o será. Portanto, avalie o impacto da compra em seu orçamento e decida, de forma racional, se a aquisição vale a pena. Saiba diferenciar o seu sonho, dos sonhos alheios
            E lembre-se: quando um sonho não cabe no seu bolso, a melhor decisão é adiá-lo. Não desistir, mas sim, planejar.

Fonte: Dividas sem Duvidas

Vale a pena trocar de banco durante financiamento?


Recentemente os bancos estão anunciando a redução de juros e aumentando o tempo para o financiamento imobiliário. Para muitos mutuários essa pode ser a oportunidade de transferir a dívida para outra instituição financeira. Para AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências a portabilidade não é aconselhável, pois o percentual dos juros reduzidos é muito pequeno e as taxas ocultas podem encarecer o valor das prestações.
Para especialistas a portabilidade de financiamento de imóveis não é aconselhável.
As vendas de imóveis novos na cidade de São Paulo continuam em alta. Só no último quadrimestre foram comercializadas 7.400 unidades contra 6.584 em 2011, o que representa alta de 12,5%. Neste período em que os bancos estão reduzindo as taxas de juros, e no caso da CEF – Caixa Econômica Federal que aumentou o tempo de financiamento de 30 para 35 anos, a transferência de banco pode ser uma alternativa para diminuir a dívida. A portabilidade é permitida desde setembro de 2006 quando entrou em vigor a Resolução 3.401 do Banco Central.
Para João Bosco Brito da Luz, assessor jurídico da AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências, a mudança de banco durante o financiamento é desaconselhável. “Não vemos muita vantagem porque o percentual dos juros reduzidos é muito pequeno. Em algumas situações vale a pena tentar um acordo com a financeira atual ao invés de trocar de banco. Além disso, o mutuário corre o risco, depois de tanto trabalho com a documentação ter a transferência negada pela instituição financeira, principalmente por seu histórico mostrar perigo de inadimplência”, explica.
E Brito alerta também sobre as taxas ocultas, muitas vezes abusivas, que são embutidas no contrato. “Embora o Banco Central autorize essas tarifas (administração e abertura de crédito, entre outras), o que acontece é o abuso da cobrança em cima do seu percentual. Portanto, antes de optar pela portabilidade é preciso analisar todos os custos. Uma dica é pedir para a financeira o CET – Custo Efetivo Total que vai mostrar todos os encargos e despesas do empréstimo”.   Já Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA, diz que nesta etapa de transferência de banco há gastos com o cartório que pode chegar a 3% sobre o valor do imóvel. “Será necessário a emissão de certidões, nova averbação do contrato de financiamento para a substituição do credor hipotecário, taxas e emolumentos para o novo registro, além das despesas de tarifas para vistoria do imóvel”, adianta.  “Por isso é aconselhável, antes de fazer a portabilidade pesquisar as condições oferecidas pelas outras instituições financeiras. Outro cuidado importante é verificar se haverá o aumento das prestações para que o valor da dívida não aumente”, completa.
Para Marco Aurélio, quando o mutuário tenta transferir o seu débito tem encontrado dificuldade devido à burocracia imposta pelos bancos. “O processo é complicado e cada instituição financeira tem seus critérios de escolha e, em alguns casos chegam negar a portabilidade”, expõe.  “Por sinal, o Procon já alertou que os bancos não estão obrigados a aceitarem a portabilidade”, acrescenta.
Já referente ao aumento do tempo de financiamento de 30 para 35 da Caixa, os especialistas dizem ser vantajosa a alteração, mas os perigos são com relação aos encargos. “As desvantagens são a cobrança de juros sobre juros, taxa de administração, seguros obrigatórios calculados sobre o valor da garantia e não sobre o valor do financiamento e, em alguns casos, a taxa de risco de crédito, além de embutir outras tarifas sem o conhecimento do consumidor para compensar a redução de juros”, alerta Luz. “Tudo isso vai onerar ainda mais o valor final do imóvel, por isso acaba não compensando”, acrescenta.

Fonte: Márcia Brandão

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Quando vale a pena aceitar uma contraproposta?


ENTRE 16 POVOS, BRASILEIROS SÃO OS MAIS PROPENSOS A ACEITAR UMA CONTRAPROPOSTA DA EMPRESA ATUAL; MAS ATÉ QUE PONTO ESTE TIPO DE NEGOCIAÇÃO É BENÉFICA PARA A SUA CARREIRA?

Placa de bifurcação
São Paulo – Mais dia, menos dia, todo profissional irá enfrentar um momento dramático em sua carreira. O processo de aceitar uma proposta de emprego e informar o atual chefe da sua decisão pode entrar nesta categoria. Principalmente se a reação dele for cobrir o pacote de remuneração oferecido pela outra empresa. O que fazer diante disso?
De acordo com pesquisa da Robert Half, entre 16 povos, os brasileiros são os mais propensos a aceitar a contraproposta e permanecer na atual empresa. Segundo o levantamento, 24% das companhias em operação no país afirmam que é muito comum que os profissionais retrocedam da decisão de deixar a companhia quando recebem uma contraproposta.
Mas esta, digamos, cultura é benéfica para a carreira? Para Fabio Porto d’Ave, gerente da divisão de Engenharia Oil & Gas da Robert Half, a resposta é não. “É uma visão um pouco imatura de uma população que talvez se valha apenas de uma visão de curto prazo. Com isso, o brasileiro se coloca numa zona de conforto”, afirma.
Nem sempre é assim, contudo, de acordo com alguns especialistas. Em alguns casos, tendo em vista o plano de carreira do profissional, realmente vale a pena continuar na atual companhia. O problema são os riscos que este tipo de decisão pode trazer para a sua reputação e até para as suas emoções no médio prazo. Mas como minimizá-los? Ou melhor, como tomar a melhor decisão neste momento delicado da carreira?
Por que você queria sair mesmo?
Antes de ceder ao fascínio do dinheiro a mais na sua conta bancária (sem ter que mudar de endereço profissional para isso), avalie: o que motivou o seu desejo inicial de mudar de emprego? Se for apenas uma questão de expectativa financeira, encarar a contraproposta até faz sentido. Mas se não, topar continuar na atual empresa pode significar mais frustração no médio prazo.
“Tudo depende das contrapartidas de curto, médio e longo prazo. Será que você aguentará mais tempo neste trabalho por mais dinheiro?”, questiona Verônica Rodrigues, da VR Consulting. Afinal, mais dinheiro no bolso não significa menos tédio, um chefe mais simpático ou um trabalho que renda brilho nos olhos.
Por isso mesmo, caso a companhia atual apresente uma contraproposta, coloque na mesa outros fatores para além do incremento salarial. “Esta decisão precisa estar alinhada com seu objetivo de carreira”, afirma Angelo Meniconi, diretor da área de transição de carreira da LLH|DBM.
Isso significa que, na prática, dinheiro não pode ser o único tópico da conversa com seu atual gestor. “Deixe os termos e condições alinhados com seu chefe para não ter frustrações. E deixe tudo registrado por escrito, mesmo que por e-mail”, aconselha Verônica.
Qual é a da empresa?
Coloque na balança as intenções e valores da empresa. “A pior situação para você ser reconhecido é quando você pede demissão”, pondera d’Ave. Se a empresa não valorizou até aquele momento, quem garante que valorizará no futuro? Por isso, avalie qual é o plano de carreira real (não apenas o teórico) oferecido pela empresa atual e quais as suas chances no médio e longo prazo.
Não faça um leilão
Se optar por aceitar a contraproposta, cuidado extremo para não bancar o leiloeiro de salário para a empresa preterida. “Um candidato, certa vez, duas horas depois de aceitar o emprego, ligou pedindo para rediscutir a proposta inicial por ter recebido uma contraproposta. Na hora, a empresa disse que não queria mais conversar com ele”, conta Meniconi.
Do lado oposto, a toada é a mesma. “Se o profissional utiliza o pedido de demissão como uma chantagem emocional para a empresa, está correndo risco sim. Inclusive de ficar desmotivado logo em seguida”, diz Verônica. “O mercado ficará sabendo. Ele está fazendo um caminho contrário ao sucesso”.
Lembre-se também que a companhia preterida dispendeu tempo e dinheiro para selecionar seu nome. Por isso, muita gentileza e seriedade ao informar que revogou da sua decisão de aceitar o emprego.
Fonte: Talita Abrantes

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